Crédito de Carbono Integral (CCI-BSHE): metodologia brasileira para identificar e certificar absorções em vegetação nativa — experimental na Caatinga

Organização responsável (ou indique se é proposta individual)
Associação dos Produtores de Crédito de Carbono Social do Bioma Caatinga
Descrição da solução
Problema A Caatinga está perdendo vegetação nativa. Restaurar áreas degradadas é caro e demorado. Falta um caminho simples, justo e confiável para pagar quem mantém a vegetação em pé e comprovar as remoções de carbono com transparência e credibilidade. Solução — o que é O Crédito de Carbono Integral (CCI-BSHE) é uma metodologia brasileira que mede, verifica e certifica a absorção de CO₂ pela vegetação nativa, transformando conservação em ativo econômico com valor social e ambiental. Como funciona (passo a passo) Identificação de áreas elegíveis (ex.: mata ciliar, corredores ecológicos). Pré-laudo/LTACI a partir de imagens de satélite e checagens de campo com participação das comunidades. TACI: emissão do Título de Absorção de Carbono Integral com mapa, histórico e validade, em registro público. Comercialização via cooperativa ou plataformas, com auditoria independente. O MRV combina sensoriamento remoto (MapBiomas, Sentinel/Landsat) e monitoramento comunitário com aplicativos simples; há painel de evidências e controle de qualidade. Quem ganha A maior parte da receita (mínimo 75%) vai direto para o agricultor familiar, posseiro ou comunidade tradicional que conserva a área. O restante sustenta auditoria, órgãos ambientais, fundos municipais/estaduais, ações de bacia, assistência técnica e a cooperativa — garantindo escala e integridade. Integridade e governança Compatível com padrões internacionais (VERRA, SocialCarbon, ARTTrees, Gold Standard; ISO 14064/14065), integrado às políticas do Brasil (PNMC, SINARE, SBCE) e com regras para evitar dupla contagem. Universidades validam a base técnica; conselhos e órgãos públicos dão segurança jurídica e controle social. Há rastreabilidade digital e registro imutável. Replicação e escala A unidade experimental na Caatinga gera protocolos simples, treinamentos e dados públicos para que outros municípios do semiárido adotem o modelo. Resultado: renda no campo, água e biodiversidade protegidas e créditos de alta integridade com transparência para sociedade e mercado. Metodologia, MRV, TACI e padrões; Distribuição (75%/governança/fundos/cooperativa); Integração regulatória e controle social.
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Contato para dúvidas
accscaatinga@gmail.com

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