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Chuvas intensas, geralmente prolongadas (acumulados pluviométricos altos) são fatores deflagradores desses desastres.
A mudança do clima aumenta a frequência e a intensidade das chuvas extremas.
O aumento da temperatura global intensifica o ciclo hidrológico, resultando em eventos climáticos mais severos e, de grande magnitude.
1.2.2. Vulnerabilidade e Exposição
A distribuição espacial do ICM por regiões do Brasil mostra que as regiões Sul e Sudeste apresentam as maiores concentrações de municípios na classe A – Alta (20% e 17%, respectivamente) (PN-PDC, 2025).
A região Nordeste apresenta a maior quantidade de municípios nas Classes C – Intermediária inicial e D - Incipiente/Nula (672 e 668 municípios respectivamente) (PN-PDC, 2025).
A publicação “População em áreas de risco no Brasil”, buscou estimar a população brasileira exposta e vulnerável ao risco de desastres naturais. Associados aos dados sociodemográficos às áreas de risco de inundações, enxurradas e movimentos de massa para 872 municípios monitorados pelo Cemaden, utilizando um novo recorte espacial, denominado Base Territorial Estatística de Áreas de Risco – BATER.
Baseado na definição desses recortes, a população aproximada em áreas de risco geo-hidrológico alcançava, em 2010, 8.270.127 habitantes e 2.471.349 domicílios particulares permanentes.
Na Região Norte, a população exposta e vivendo em áreas de risco entre os municípios monitorados foi estimada em 340.204 habitantes.
O Nordeste foi a segunda região com o maior número de moradores em áreas de risco geo-hidrológico, 2.952.628, o que representava 11,4% da população total dos 294 municípios monitorados da região.
A Região Centro-Oeste caracterizou-se pelo menor contingente de população residindo em áreas de risco, assim como pelo menor número de municípios e de áreas de risco, com 7. 616 moradores, o que correspondia a 0,3% da população total dos municípios monitorados na região.
A Região Sudeste, com 308 municípios analisados, se sobressaiu com maior contingente populacional residindo em áreas de risco, com 4.266.301 moradores, o que representava 9,8% da população total dos municípios monitorados da região.
Na Região Sul, dos 144 municípios avaliados, foram contabilizados 703.368 moradores em áreas de risco, representando 6,0% da população total desses municípios. (IBGE, Censo Demográfico 2010; Cemaden, 2018)
No que se refere aos alagamentos e erosões, há forte relação desse tipo de desastre com a insuficiência de sistemas urbanos de saneamento e ordenamento do território supressão de vegetação, como de APPs, canalização de corpos de água para urbanização e permeabilização do solo.
Nesse quesito, as regiões Norte e Nordeste apresentam maior vulnerabilidade socioeconômica, com pior acesso a infraestrutura sanitária, como rede de água, esgotamento sanitário e drenagem urbana, além de possuir maiores níveis de pobreza (AdaptaBrasil MCTI, s.d.; IBGE, 2023).
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