Adequação dos espaços e planejamentos urbanos: muitos municípios apresentavam padrões inadequados de uso e ocupação do solo, expondo populações em áreas de risco, problema que ainda persiste nos dias de hoje e de forma sistemática pelo país. A ausência de um planejamento territorial adequado agrava a vulnerabilidade às inundações, deslizamentos e outros desastres, especialmente em áreas com alta densidade populacional. Neste sentido, é preciso também adaptar as metodologias de setorização de riscos geo-hidrológicos utilizando-se do conhecimento das probabilidades/frequências dos eventos de chuva gatilho e, especialmente, incorporar os eventos extremos no mapeamento de riscos. Sem esta informação, áreas propensas à impactos de origem geo-hidrológica durante eventos extremos continuarão sob alto risco e é possível favorecer não somente a ocupação de novas áreas de riscos, como aumentar exponencialmente a magnitude dos desastres quando o fenômeno meteorológico extremo ocorrer.
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